domingo, 18 de setembro de 2011
A maravilhosa Alice no País das Maravilhas (parte 2)
Alice nem pensou direito e bebeu a garrafa. Tinha um gosto bom como uma mistura de caramelo com chocolate e doce de leite por cima de um delicioso sorvete napolitano. Ela pensou que isso jamais seria veneno e continuou a beber. Ela se esqueceu que era uma poção do crescimento, e quando a garrafa se esvaziou, ela reparou que tinha crescido demais. Saiu correndo para abrir a porta gigante, mas estava trancada.
Reparou que a mesa estava um pouco mais perto dela do que quando ela tinha crescido. Descobriu que a cada minuto estava encolhendo, então começou a subir pelo buraco alto, mas toda hora ela escorregava como se não houvesse mais saída de lugar algum: nem por aquela porta nem pelo buraco do teto. Começou a se lamentar até que ela viu uma cortina. Abriu-a e viu uma portinha. Rodou a maçaneta da portinha. Estava aberta. Mas a porta era tão minúscula que Alice demoraria horas para conseguir ficar de tamanho normal e jamais conseguiria passar por aquela porta, então chorou alto e não parou. Cada gota de sua lágrima caía no chão como se a nuvem da chuva fosse grande e grossa. Alice achou uma outra garrafa escrito:
" Loção de hidratante da Maravilha- Para todos os gigantes"
Sabendo que não teria mais nada pra fazer até morrer na minúscula salinha, começou a passar o hidratante. Sua pele começou a ficar oleosa. Depois começou a parecer manteiga derretida. Depois começou a escorregar mais do que manteiga derretida e Alice voltou ao tamanho normal, conseguindo passar pela portinha minúscula pela abertura que fica na parte de baixo.
Alice começou a correr. Ficou perdida. Não sabia mais o que estava fazendo. Não encontrou mais a entrada daquela salinha, parecia que tinha sumido!
Continua...
Reparou que a mesa estava um pouco mais perto dela do que quando ela tinha crescido. Descobriu que a cada minuto estava encolhendo, então começou a subir pelo buraco alto, mas toda hora ela escorregava como se não houvesse mais saída de lugar algum: nem por aquela porta nem pelo buraco do teto. Começou a se lamentar até que ela viu uma cortina. Abriu-a e viu uma portinha. Rodou a maçaneta da portinha. Estava aberta. Mas a porta era tão minúscula que Alice demoraria horas para conseguir ficar de tamanho normal e jamais conseguiria passar por aquela porta, então chorou alto e não parou. Cada gota de sua lágrima caía no chão como se a nuvem da chuva fosse grande e grossa. Alice achou uma outra garrafa escrito:
" Loção de hidratante da Maravilha- Para todos os gigantes"
Sabendo que não teria mais nada pra fazer até morrer na minúscula salinha, começou a passar o hidratante. Sua pele começou a ficar oleosa. Depois começou a parecer manteiga derretida. Depois começou a escorregar mais do que manteiga derretida e Alice voltou ao tamanho normal, conseguindo passar pela portinha minúscula pela abertura que fica na parte de baixo.
Alice começou a correr. Ficou perdida. Não sabia mais o que estava fazendo. Não encontrou mais a entrada daquela salinha, parecia que tinha sumido!
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